Em Caraguatatuba, litoral de São Paulo, um ativista da causa animal, Danster Fernandes, encontrou uma maneira inovadora de proteger cães abandonados nas ruas. Ele começou a utilizar coleiras refletivas nos animais, com o intuito de aumentar sua visibilidade noturna e, ao mesmo tempo, incentivar a adoção.
A motivação por trás da iniciativa
Danster Fernandes, morador da cidade, se deparou com um problema alarmante: a dificuldade de visualização dos cães à noite, o que frequentemente resulta em atropelamentos. Para mitigar essa situação, ele decidiu implementar a utilização de coleiras refletivas, que refletem a luz dos faróis e tornam os animais mais visíveis para motoristas.
Evolução da ideia para um projeto coletivo
A ideia de Danster rapidamente ganhou notoriedade nas redes sociais. Ele começou a receber sugestões de seguidores, que propuseram a inclusão de mensagens como 'me adota' nas coleiras, para esclarecer que os cães estão em busca de um lar. Com o tempo, as coleiras passaram por diversas adaptações para garantir sua eficácia e segurança.
Construção coletiva e engajamento
Danster enfatiza que o projeto é fruto de um esforço coletivo. A colaboração da comunidade tem sido fundamental para moldar os modelos das coleiras, que agora servem não apenas como um equipamento de segurança, mas também como um meio de comunicação sobre a disponibilidade para adoção dos cães.
Importância das coleiras refletivas
Os cães em situação de rua enfrentam múltiplos perigos, sendo o atropelamento um dos mais graves. A Lei Federal nº 15.355/2026 destaca a importância da proteção animal como uma responsabilidade compartilhada entre a sociedade e o poder público. As coleiras refletivas ajudam a aumentar a visibilidade dos animais, permitindo que motoristas tenham mais tempo para reagir e evitar acidentes.
Benefícios das coleiras refletivas
Além de aumentar a visibilidade dos cães a até 100 metros de distância, as coleiras refletem a luz dos faróis, oferecendo uma camada extra de segurança. O design inclui um fecho de segurança que evita que os animais fiquem presos, e a identificação de que o cão não tem tutor ajuda a promover sua adoção.

